Xanxerê, no Oeste de Santa Catarina, confirmou nesta sexta-feira (4) a terceira morte por conta da chikungunya. A vítima, uma mulher de 80 anos, estava internada no HRSP (Hospital Regional São Paulo).
Segundo a prefeitura, a idosa era moradora do bairro dos Esportes e morreu na quinta-feira (3). A vítima apresentou os primeiros sintomas no dia 16 de março e coletou exames no dia 20 de março, que teve o resultado positivo para doença. Ainda, a vítima tinha comorbidades.
Uma morte em investigação
A Vigilância Epidemiológica de Xanxerê investiga mais uma morte suspeita por chikungunya, registrada nesta sexta-feira (4).
A paciente, uma mulher de 76 anos, moradora do bairro Santos Dias, estava internada no Hospital Regional São Paulo. Ela apresentou os primeiros sintomas em 29 de março e realizou a coleta de exames no dia 3 de abril. O resultado segue em análise.
Primeira morte pela doença
A primeira morte por chikungunya na cidade ocorreu em 4 de março. A vítima, Rute Alves, de 22 anos, moradora do bairro Vila Sésamo, também testou positivo para dengue no início de fevereiro.
No dia 12 do mesmo mês, antes do diagnóstico de chikungunya, foi internada no Hospital Regional São Paulo. Devido ao agravamento do quadro clínico, precisou ser transferida para Chapecó, onde não resistiu e morreu.
Segunda morte e situação de emergência
A segunda morte pela doença foi confirmada no dia 18 de março e se tratava de uma idosa de 85 anos, estava internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Regional São Paulo desde o dia 9 de março.
Ainda no dia 18, o município declarou situação de emergência devido à dengue e chikungunya. Conforme a Prefeitura de Xanxerê, o decreto foi necessário por conta do aumento da proliferação e infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.
Xanxerê registra também uma morte por dengue.
ND+